"Rei Davi": ungido do Senhor é traído pelo próprio irmão
Da RedaçãoO futuro unificador de Israel é caçado como um animal
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A cada capítulo da minissérie “Rei Davi” o público fica mais atento às reviravoltas na trama. O sexto episódio da superprodução, que foi ao ar na quinta-feira (9), mostrou o casamento do futuro rei de Israel com Mical, filha de Saul. Davi é reverenciado pelo povo hebreu, o que aumenta ainda mais a inveja do rei.
Eliabe não consegue esconder de Saul que seu irmão é realmente o ungido do Senhor para unificar e governar Israel. Tendo esta certeza, o rei manda que seus soldados mais leais cacem Davi como a um animal. Alertado por Jonatas, que descobre as intenções do pai, Davi resolve fugir após a noite de núpcias, deixando Mical para trás.
Abner convoca seus homens e diz a eles que Davi é um traidor e que precisa ser capturado. Joabe se rebela, mas Eliabe resolve seguir com a tropa e perseguir o próprio irmão até encontrá-lo. Sem saída, Davi só consegue escapar após pular em um rio e deixar os soldados para trás.
No capítulo desta terça-feira (14), Saul fica transtornado com a fuga do ungido do Senhor e diz a Mical que ela será dada a outro, após a morte de Davi. O rei demonstra cada vez mais estar atingido pela loucura e pede a seu filho Jonatas que traga Davi de volta, pois o ama como a um filho. Será mais uma armadilha de Saul?
"Rei Davi": Saul manda matar o futuro governante de Israel
Soldados pretendem cumprir ordem real após a festa de casament
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A minissérie “Rei Davi”, escrita por Vivian de Oliveira e com direção de Edson Spinello, exibida todas as terças e quintas-feiras, às 23h, na Rede Record, tem trazido mais emoções para o público a cada capítulo. A saga do jovem pastor que está destinado a se tornar o unificador de Israel atrai mais telespectadores a cada episódio.
No quinto capítulo da série, que foi ao ar nesta terça-feria (7), Davi volta vitorioso e cumpre uma missão quase impossível determinada por Saul: trazer cem prepúcios filisteus. O rei é obrigado, por honra, a dar a mão de sua filha Mical para que se case com o valoroso guerreiro, já que Merab, que havia sido prometida a Davi, já estava casada com Adriel. Mas, na verdade, a nova promessa de casamento esconde a verdadeira intenção de Saul.
A profecia que fala sobre a transformação do pastor de ovelhas em rei está a um passo de ser revelada. Saul já não consegue disfarçar o ódio que sente por Davi. Em conversa secreta com Abner, Doegue e Esbaal, ele declara que preferia mil vezes que a filha Mical tivesse morrido a ter de entregá-la a seu rival, e pede a eles que matem Davi depois da festa de casamento.
Não perca, nesta quinta-feira (9), o sexto capítulo da superprodução “Rei Davi”
"Rei Davi": riqueza de personagens bíblicos ajuda a refletir
Escritora Cristiane Cardoso destaca a importância do rei Saul para a trajetória do unificador de Israe
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A megaprodução “Rei Davi”, que vai ao ar, às terças e quintas-feiras, na Rede Record, às 23 horas, tem mostrado que, além de poder liderar a audiência em sua faixa de horário, na disputa com outras emissoras, também pode ajudar a refletir à respeito das ações humanas. A minissérie trouxe até agora um pouco da história de Davi e foi possível acompanhar, passo a passo, a transformação do pastor – predestinado a se tonar rei e unificar as tribos de Israel –, em um líder guerreiro, após ser o único a aceitar o desafio dos filisteus de enfrentar Golias e derrotá-lo, em um combate que todos julgavam perdido.
A história bíblica adaptada e escrita por Vivian de Oliveira, com direção de Edson Spinello, é tão bela e rica em nuances, que o telespectador pode não perceber personagens que merecem uma atenção mais profunda. Um deles, entre tantos que aparecem na superprodução, é o rei Saul. A escritora Cristiane Cardoso abordou esse assunto em seu blog e observou que é preciso prestar atenção no rei de Israel antes de Davi sucedê-lo, e tentar entender os atos de Saul. Quais as reais motivações para as ações dele contra Davi, o jovem pastor, que de tocador de harpa e escudeiro do rei transforma-se em rival e real ameaça ao trono?
Com o crescimento inevitável da liderança de Davi, o rei Saul aproveita a guerra contra os filisteus e manda matar o jovem guerreiro. A escritora diz o seguinte a respeito do rei: “O problema de Saul começou bem antes de Davi entrar na história, só que esse problema só se ressaltou com Davi. A Bíblia diz que a primeira vez que Saul encontrou-se com Davi, ele ‘o amou muito e o fez seu escudeiro, porque Davi sabia tocar harpa, e com a sua harpa apaziguava o coração atormentado de Saul. O dia em que Davi começou a conquistar e a aparecer foi o dia em que Saul deixou de ‘amá-lo’.”
Motivado pela perda de espaço, a inveja brotou no coração do rei. “Aquele amor que Saul tinha por ele virou ódio por conta de uma inveja. A inveja é uma das piores peculiaridades daqueles que não são de Deus. Inveja só existe entre aqueles que não são de Deus. Saul já era rei, ele não precisava do que Davi tinha.”
A minissérie levanta vários questionamentos e reflexões a respeito da conduta humana diante dos desafios, dos medos e dos problemas naquela época, mas que, certamente, podem ser trazidos para o nosso tempo e melhorar nossa conduta e compreensão sobre o outro. Pense nisso.
http://www.youtube.com/watch?v=g53XCQ74q4k&feature=player_embedded
A minissérie “Rei Davi”, escrita por Vivian de Oliveira e com direção de Edson Spinello, exibida todas as terças e quintas-feiras, às 23h, na Rede Record, tem trazido mais emoções para o público a cada capítulo. A saga do jovem pastor que está destinado a se tornar o unificador de Israel atrai mais telespectadores a cada episódio.
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A megaprodução “Rei Davi”, que vai ao ar, às terças e quintas-feiras, na Rede Record, às 23 horas, tem mostrado que, além de poder liderar a audiência em sua faixa de horário, na disputa com outras emissoras, também pode ajudar a refletir à respeito das ações humanas. A minissérie trouxe até agora um pouco da história de Davi e foi possível acompanhar, passo a passo, a transformação do pastor – predestinado a se tonar rei e unificar as tribos de Israel –, em um líder guerreiro, após ser o único a aceitar o desafio dos filisteus de enfrentar Golias e derrotá-lo, em um combate que todos julgavam perdido.
A história bíblica adaptada e escrita por Vivian de Oliveira, com direção de Edson Spinello, é tão bela e rica em nuances, que o telespectador pode não perceber personagens que merecem uma atenção mais profunda. Um deles, entre tantos que aparecem na superprodução, é o rei Saul. A escritora Cristiane Cardoso abordou esse assunto em seu blog e observou que é preciso prestar atenção no rei de Israel antes de Davi sucedê-lo, e tentar entender os atos de Saul. Quais as reais motivações para as ações dele contra Davi, o jovem pastor, que de tocador de harpa e escudeiro do rei transforma-se em rival e real ameaça ao trono?
Com o crescimento inevitável da liderança de Davi, o rei Saul aproveita a guerra contra os filisteus e manda matar o jovem guerreiro. A escritora diz o seguinte a respeito do rei: “O problema de Saul começou bem antes de Davi entrar na história, só que esse problema só se ressaltou com Davi. A Bíblia diz que a primeira vez que Saul encontrou-se com Davi, ele ‘o amou muito e o fez seu escudeiro, porque Davi sabia tocar harpa, e com a sua harpa apaziguava o coração atormentado de Saul. O dia em que Davi começou a conquistar e a aparecer foi o dia em que Saul deixou de ‘amá-lo’.”
Motivado pela perda de espaço, a inveja brotou no coração do rei. “Aquele amor que Saul tinha por ele virou ódio por conta de uma inveja. A inveja é uma das piores peculiaridades daqueles que não são de Deus. Inveja só existe entre aqueles que não são de Deus. Saul já era rei, ele não precisava do que Davi tinha.”
A minissérie levanta vários questionamentos e reflexões a respeito da conduta humana diante dos desafios, dos medos e dos problemas naquela época, mas que, certamente, podem ser trazidos para o nosso tempo e melhorar nossa conduta e compreensão sobre o outro. Pense nisso.
A minissérie levanta vários questionamentos e reflexões a respeito da conduta humana diante dos desafios, dos medos e dos problemas naquela época, mas que, certamente, podem ser trazidos para o nosso tempo e melhorar nossa conduta e compreensão sobre o outro. Pense nisso.