terça-feira, 5 de março de 2013
Deus matou 42 jovens só porque chamaram o profeta Eliseu de careca? by André Sanchez
Deus matou 42 jovens só porque chamaram o profeta Eliseu de careca?
by André Sanchez
O texto que relata o ocorrido com o profeta Eliseu, e 42 jovens que foram mortos por duas ursas (II Reis 2. 23-25), é comumente usado pelos críticos de Deus para demonstrar como Deus é maligno, como mata por qualquer coisa banal, prazerosamente. Mas, como sempre, a leitura desse pessoal é bem superficial. Não analisam o texto, não fazem a mínima interpretação e não avaliam o que realmente o texto diz e, por isso, fazem juízo de valor errado e ainda influenciam muitos a fazer o mesmo. Por isso, irei analisar esse texto e mostrar se realmente Deus prazerosamente matou 42 jovens apenas porque chamaram Eliseu de calvo (careca).
(1) O texto apresenta alguns detalhes importantes a considerarmos antes de taxarmos Deus de injusto nesse caso: Eliseu estava em um caminho, fazendo uma viagem, sozinho: “Então, subiu dali a Betel; e, indo ele pelo caminho, uns rapazinhos saíram da cidade...” (2 Reis 2.23). Observe que esses rapazinhos “saíram da cidade” no encalço do profeta Eliseu, que estava em uma estrada seguindo viagem. Interessante observar que a Bíblia cita que 42 deles foram mortos mais à frente. Ou seja, existia um grupo com mais de 42 jovens perseguindo o profeta Eliseu. A questão é: Para que finalidade um grupo tão grande de jovens se reúne para perseguir uma pessoa? Esperaram para abordar o profeta numa área mais deserta com que objetivo? Teriam eles boas intenções? Evidente que não! Assim, vemos claramente que o profeta Eliseu estava correndo perigo e estava em grande desvantagem diante de um grupo de jovens mal intencionados que buscava fazer algum mal contra ele.
(2) Quando Eliseu foi abordado por esse grupo no caminho, provavelmente em uma área deserta e de mata – pois a Bíblia relata que as ursas saíram do meio de um bosque - o grupo o hostilizou dizendo o seguinte: “uns rapazinhos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo! Sobe, calvo” (2 Reis 2.23). A expressão “sobe, calvo” não quer dizer apenas uma zombaria por Eliseu ser careca. A palavra “sobe” empregada por aquele grupo, zomba do ministério profético de Eliseu, fazendo uma comparação injusta com o profeta Elias que “subiu” ao céu em um redemoinho (2 Reis 2.11). Em outras palavras, aqueles jovens estavam zombando da autoridade profética de Eliseu.
(3) Diante desses fatos o profeta ficou acuado diante de um grande grupo de jovens mal intencionados que, além de estarem reunidos covardemente contra Ele, ainda colocaram em xeque sua autoridade profética dada por Deus. Diante disso, a única saída vista por Eliseu foi recorrer ao seu Senhor em oração. E é nesse momento que Deus intervém: “então, duas ursas saíram do bosque e despedaçaram quarenta e dois deles. (2 Reis 2.23). A ofensiva dessas duas ursas conteve o ânimo maligno desse covarde grupo de jovens, que não conseguiu atentar contra a vida do profeta. Fica a pergunta: Se Deus não tivesse agido rapidamente, o que esse grupo poderia ter feito ao profeta? Deus foi injusto em defender um servo seu contra jovens mal intencionados?
(4) Assim, esses jovens não foram mortos por Deus porque chamaram Eliseu de calvo, mas como fruto de suas ações malignas e covardes diante de um servo de Deus. Assim, não houve injustiça alguma da parte de Deus.
André Sanchez | março 4, 2013 às 6:55 pm | Tags: Eliseu, Profeta | Categorias: #VocêPergunta | URL: http://www.esbocandoideias.com/?p=3127
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
O que significa a mulher ser submissa ao marido? by André Sanchez Por André Sanchez
O que significa a mulher ser submissa ao marido?
by André Sanchez
Por André Sanchez
Já vi grandes abusos pela falta de entendimento das passagens bíblicas que orientam a respeito da mulher ser submissa ao seu marido. Alguns maridos usam o termo para submeter suas esposas a humilhações como se elas fossem uma espécie de escravas. Já ouvi histórias de maridos “cristãos” que faziam até exigências sexuais às suas esposas - contra a vontade delas - sob a alegação de que elas devem obediência plena a eles segundo está na Bíblia. Existe também o lado das mulheres que simplesmente ignoram a ordem bíblica, ou mesmo preferem nem conhecer seu real significado, torcendo o nariz para essa tal “submissão”, que parece mais algo machista que algum homem colocou na Bíblia.
O fato é que nenhuma ordem bíblica traz mal ao ser humano (é claro que se obedecidas de acordo com seu real significado). Assim, conhecer o real significado dessa expressão e colocá-la em prática será de grande bênção para o casal e para o lar. Vejamos, então, o que significa a mulher ser submissa ao marido:
A orientação do Senhor a respeito da submissão da mulher ao marido está registrada em vários versículos na Bíblia (1Pe 3.1; 1 Pe 3.5; Cl 3.18; Ef 5.22; Ef 5.24). Vou destacar aqui esse verso: “Como, porém, a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo submissas ao seu marido.” (Efésios 5.24).
A comparação feita entre a submissão da igreja a Cristo e a submissão da mulher ao marido é perfeita para explicar o que realmente significa essa submissão. Porventura, seria algo ruim, como igreja, estarmos submissos a Cristo? Não nos sentimos protegidos Nele, não sentimos prazer em fazer a Sua boa e perfeita vontade, em cooperar com Sua missão? Não confiamos na ação Dele e fazemos de tudo para agrada-Lo? Ele não é a nossa direção, nosso líder maior, nosso exemplo? Servir a Cristo não é uma das melhores satisfações que a Sua igreja pode viver? Não é uma bênção, ainda que possa haver tribulações envolvidas?
Pois bem, esse é o exemplo máximo de submissão que deve haver dentro do casamento! O marido, tal qual como Cristo diante de Sua igreja, deve ser o líder do lar. Deve ser amável, atencioso, respeitoso, abençoador, protetor, sustentador, aconselhador, etc, com sua submissa esposa. Essa é a missão que Deus deu ao homem dentro de seu lar, esse é o seu lugar. Qualquer atitude violenta ou não amorosa não cabe aqui. A Bíblia diz aos maridos: “Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25). A pergunta que fica é: Qual esposa não se sentirá amavelmente impelida a ser submissa a um marido que a ama como Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela? Esse é o segredo da submissão bem sucedida!
A esposa deve tal qual como a igreja, se submeter à liderança do marido dentro do lar, cumprindo o propósito tão bem especificado em Gênesis 2.18: “Disse mais o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma auxiliadora que lhe seja idônea.”. A esposa deve ser uma amorosa auxiliadora, cooperando com a liderança - e missão - de seu marido para a edificação mutua. Lembrando que esse fato não faz da esposa maior nem menor que seu marido, pois ambos foram feitos à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.27).
Partindo agora para uma pequena análise do termo “submissa” empregado na Bíblia, vemos que a palavra grega usada é “hupotasso” e é formada por duas outras: “hupo”, que significa “sob”, e “tasso”, que significa “colocar em ordem, organizar”. A expressão completa significa algo como “estar sob a liderança de alguém que organiza, de um líder”. Assim, até na aplicação da palavra, o marido é reconhecidamente identificado como o líder dentro do lar e a submissão da esposa uma realidade abençoada para o bom andamento do relacionamento e do lar. O termo não sugere uma relação de obediência cega e à força, mas de boa vontade, voluntariamente e para um bem comum.
O termo “hupotasso” também era usado como um termo militar grego que significava “organizar [divisões de tropa] numa forma militar sob o comando de um líder”. Em um uso não militar, era “uma atitude voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar um carga”.
Assim, a submissão bíblica da mulher nada tem a ver com inferioridade e nem com o homem ser o “bam-bam-bam” no relacionamento, tratando sua esposa como um objeto. Antes, significa cooperar mutuamente, cada um em seu papel para um bem comum, que é a edificação do lar e de cada um em amor. Dessa forma, deixo um desafio aos casais na aplicação bíblica da submissão:
"Esposas, sede submissas ao próprio marido, como convém no Senhor. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura." (Colossenses 3.18-19)
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Série o que significa isso? (Por André Sanchez)
Em toda a Bíblia ouvimos falar muito a respeito das 12 tribos de Israel. Mas quem são essas tribos? De onde elas surgiram? O que elas representam na Bíblia?
A origem das 12 tribos de Israel está descrita em Gênesis 29 , 30 e 35. 16-22. Ali vemos descritos os nascimentos dos 12 filhos de Jacó que também tinha o nome de Israel. Esses doze filhos foram: Rubén, Simeão, Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Asser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim.
Mas esses 12 nomes ainda não correspondem exatamente às 12 tribos de Israel. Mais tarde, depois da fuga do povo de Israel do Egito, Deus define que a tribo de Levi seria uma tribo separada para servi-Lo (principalmente como sacerdotes e em ministérios diversos no culto a Deus), e que não teria um território específico na terra prometida. No lugar dela e no lugar de José, assumem o posto de tribos de Israel Manassés e Efraim (Veja imagem acima).
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A partir daí, o povo de Israel é organizado em 12 tribos (povos), sendo: (1)Rubén, (2)Simeão, (3)Judá, (4)Dã, (5)Naftali, (6)Gade, (7)Asser, (8)Issacar, (9)Zebulom, (10)Manassés, (11)Efraim e (12)Benjamim. Dentro dessa organização, as pessoas da tribo de Levi vivem entre seus irmãos, em seus territórios, cumprindo as ordens de Deus de serem separados para o ministério do Senhor. Então não são contados entre as 12 tribos.
E é baseado nessas 12 tribos que todo o território da terra prometida (Canaã) é dividido (essa história está no livro de Josué. Veja mapa abaixo). Mais tarde, já no livro dos Reis, temos a história de como essas 12 tribos se uniram sob uma monarquia, onde reinaram Saul, Davi, Salomão.
Após a morte de Salomão, as 12 tribos se dividiram e formaram dois reinos: Reino do Sul (Judá e Benjamim), que teve como capital Jerusalém. E reino do Norte: (as outras 10 tribos). Que teve como capital Samaria. Cada um desses reinos tinha o seu próprio rei. Após essa divisão nunca mais houve uma unificação das 12 tribos de Israel. Os dois reinos (Do Norte e do Sul) sempre tiveram problemas de inimizade.
De forma resumida seria essa a história a respeito das 12 tribos de Israel.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O DIÁRIO DE PATRÍCIA MOSER: E eis que sobreveio o anjo do Senhor...
O DIÁRIO DE PATRÍCIA MOSER: E eis que sobreveio o anjo do Senhor...: Recebo de Deus esta resposta, Aleluias! Patricia Moser. " E eis que sobreveio o anjo do Senhor, e resplandeceu uma luz na p...
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