quinta-feira, 26 de abril de 2012

TEXTO DA VERSÃO ALMEIDA PRADO

Muita gente tem sofrido com seus familiares ao ler o conhecidíssimo texto de Atos 16.31: “Crê no Senhor Jesus, e tu e tua casa sereis salvos” (A21 – Versão Almeida 21). O problema desse texto é que muitas pessoas pensam que estamos diante de uma promessa divina de que todos os nossos parentes próximos serão salvos. A verdade é que o texto não ensina isso! Em primeiro lugar, é importante destacar que como texto narrativo histórico, o versículo não pretende ser normativo. Ou seja, o relato de alguma coisa que acontece não necessariamente é norma para toda a igreja. Aqui vemos uma promessa que foi dada ao carcereiro de Filipos e não para todos! A ele foi dito que ele e “os de sua casa” (NVI) seriam salvos. No caso dele, isso talvez tivesse incluido servos ou empregados, já que a “casa” de alguém nos tempos bíblicos incluía gente que não era da família de sangue. Portanto, a verdade é que ninguém pode assegurar a conversão de seus parentes com base nesse texto. Se esse fosse o caso, ninguém veria um parente próximo morrer sem converter-se a Cristo na história, mas sabemos que isso não se verifica. Além disso, o próprio Jesus deixou claro que muitos cristãos até perderiam suas famílias por causa do evangelho: “E todo o que tiver deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou mulher, ou filhos, ou campos, por minha causa, receberá cem vezes mais e herdará a vida eterna.” (Mt 19.29 – A21). Leia também Mateus 10.35,36. Como se vê, se nos fosse prometida a conversão de todos os parentes próximos estes textos de Mateus não fariam sentido. Quase que na mesma linha de pensamento, muitos evangélicos, principalmente pais e mães, ficam literalmente desesperados diante de Provérbios 22.6 (ARC): “Instrui ao menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele”. O que geralmente se entende desse versículo é que Deus está prometendo que uma criança levada ao conhecimento do evangelho desde pequena nunca se desviará da fé. Como uma mãe entende esse versículo diante do fato de que seu filho afastou-se da fé e da igreja? O problema não está em Deus e na Bíblia, pois o texto não está ensinando isso. Não há aqui uma garantia contra a apostasia! Em primeiro lugar, é importante afirmar que Provérbios não é um livro de promessas. De fato, suas afirmações são “máximas”, ou seja, fatos constatáveis de modo geral na vida. O texto está dizendo que aquilo que uma criança aprende desde pequena não é esquecido. A verdade é que a tônica do texto não é exclusivamente religiosa. É de criança que se aprende a andar de bicicleta, falar outra língua, tocar um instrumento, decorar versículos, etc. Além disso, devemos também ressaltar que o texto hebraico diz: “Instrui a criança no seu caminho ...”. A tradução tradicional “deve andar” interpreta o sufixo pronominal genitivo do hebraico, indo muito além do literal. Todavia, há outras alternativas de interpretação! “Instruir a criança no caminho dela” pode significar “instruí-la segundo os objetivos que os pais têm para ela” (NVI), “instruí-la no caminho devido” (ARA, ARC, A21) ou “instruí-la conforme os dons que ela tem”. As interpretações são legítimas e o texto está aberto a mais de um enfoque distinto. No entanto, é bastante seguro afirmar que o texto não está prometendo segurança de salvação para a criança que vai à escola dominical, tem pais cristãos e ouve a Bíblia desde pequeno. O assunto ali discutido não é salvação! Outro texto geralmente malcompreendido é Filipenses 4.13. Não faz tanto tempo, trafegando pelas áreas nobres da rica cidade de São Paulo, contemplei um belo carro importado com um adesivo que ostentava orgulhosamente o verso de Filipenses. Geralmente, quando se lê este texto isoladamente, a maioria das pessoas imagina que se trata de uma promessa de fé. Por meio do poder de Cristo, eu posso alcançar tudo o que eu quiser! Assim, posso adquirir bens caros, derrotar inimigos pessoais, subir de posição, etc, por meio de Cristo. Novamente, como nos outros casos, o texto bíblico não está dizendo isso. Aqui, para que se entenda corretamente o texto é preciso entender o contexto. O apóstolo Paulo está escrevendo Filipenses na ocasião de sua prisão, muito provavelmente em Roma (Fp 1.13-14). Portanto, ele está enfatizando que por meio de Cristo podemos suportar toda e qualquer situação adversa. Basta ler o que Paulo diz um pouco antes nos versículos 11 e 12 (NVI): “Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.” Por incrível que possa parecer, o texto bíblico significa exatamente o oposto do que muita gente tem sugerido sem analisá-lo adequadamente. Numa outra ocasião, em minhas jornadas, encontrei dois cristãos evangélicos num debate acalorado, discutindo se devemos ou não mentir em certas situações. Independentemente da discussão sobre a possível legitimidade de uma inverdade ou omissão da verdade em certas situações (como o caso de mentir ou omitir para salvar uma vida), o que estamos discutindo é o uso de textos bíblicos de maneira indevida. O argumento dos debatentes era o de que Abraão, servo do SENHOR, e amigo de Deus, em uma situação de necessidade, mentiu (Gn 12.18-20), o que legitimaria o procedimento. A questão aqui não é tão difícil: o simples relato de um texto histórico não o define como norma. Muitas vezes o texto bíblico conta-nos os erros e falhas de seus personagens exatamente para enaltecer o poder de Deus na vida de um ser humano frágil. Muita gente, porém, tenta ver méritos e qualidades especiais em cada detalhe de vida do personagem bíblico, sem contrastar o comportamento dos mesmos com as normas divinas. Assim, com base nos fatos de que Moisés ficou irado, Abraão mentiu, Jacó enganou Labão, Raabe mentiu em Jericó, Davi foi polígamo, etc, alguns tentam justificar seus pecados, afirmando que homens e mulheres de Deus do passado fizeram tais coisas e não foram punidos por isso. O equívoco é muito claro. Não podemos fazer isso: um texto narrativo não é necessariamente normativo. Esses exemplos mencionados neste breve artigo apenas nos mostram a necessidade urgente e gritante de um conhecimento mais aprofundado da arte de interpretação da Bíblia (hermenêutica). Muitas comunidades cristãs são hoje reféns de doenças hermenêuticas prejudiciais e destruidoras para a fé. Há grupos perdendo o equilíbrio teológico e caindo no liberalismo teológico (negação do sobrenatural), numa filosofia específica, no legalismo, no misticismo desenfreado, no tradicionalismo irrefletido, entre outros problemas! É preciso estudar a Bíblia no seu próprio contexto, entendendo elementos históricos, literários e teológicos para que conheçamos ao máximo a intenção original do autor. Depois disso, temos a tarefa de destacar os princípios que estão presentes no texto, para então comparar o que descobrimos com uma análise teológica mais profunda, a partir de outros textos importantes que falam do princípio descoberto no texto inicialmente analisado. Finalmente, devemos fazer a aplicação do princípio descoberto e teologicamente analisado na realidade do cotidiano. A verdade é que a seriedade e o valor do texto sagrado para sempre ecoará através da história, especialmente quando ouvimos como o próprio Jesus considerava as Escrituras: “Pois em verdade vos digo: antes que o céu e a terra passem, de modo nenhum passará uma só letra ou um só traço da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt 5.18 – A21).Luiz Sayão

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O ARREPENDIMENTO DE DEUS!

Pergunta: Números 23:19 diz: “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa”, no entanto, Gênesis 6:6 afirma: “então, se arrependeu o SENHOR de ter feito o homem na terra, e isto lhe pesou no coração.” Como entender essas duas passagens? Deus se arrepende ou não? Resposta: Normalmente, quando é que você se arrepende de ter feito alguma coisa? Quando você cometeu um erro, não é? É comum alguém dizer: "Fiz algo errado e me arrependo disso". E por que, normalmente, alguém se arrepende do erro cometido? Porque ele gera consequências desagradáveis. Assim, o arrependimento humano ocorre, na maioria das vezes, por causa de uma falha cometida (pecado) e que gera consequencias ruins das quais nos sentimos arrependidos. Também é comum ouvirmos pessoas dizendo: "Não me arrependo de ter feito tal coisa, mas não gostaria de ter que passar pelas consequencias que ela gerou". Essa situação é pior ainda, pois a pessoa não reconheceu que errou e nem se sente triste por ter cometido o erro, apenas lamenta ter que passar pelas consequencias do seu pecado. O arrependimento de Deus é diferente do arrependimento humano. DEUS NUNCA ERRA! Se Ele não erra, então não pode Se arrepender, como nós humanos, por algum erro que tenha cometido. Vejamos então cuidadosamente como a Bíblia utiliza a palavra arrependimento referindo-se a Deus. Em Números 23:19-20 lemos: "Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá? Eis que para abençoar recebi ordem; ele abençoou, não o posso revogar". Essas palavras foram proferidas por Balaão e registradas por Moisés. Notem que o verso está dizendo que Deus havia abençoado o povo de Israel e que Ele não iria mudar de idéia. Nada nem ninguém poderiam fazer Deus mudar Seu plano de abençoar o povo. Nesse sentido, Deus não Se arrepende. Ele não muda Sua Palavra. Por mais que os inimigos do povo de Deus tenham tentado através de subornos e artimanhas não conseguiram fazer Deus mudar de idéia. Quando Deus abençoa, Ele não muda. Pode acontecer do homem mudar e colocar-se numa posição que o impeça de receber as bênçãos de Deus, mas Deus não muda Seu propósito de abençoar a humanidade porque Ele nos ama e não muda. Note que Moisés não está comparando Deus com os homens. Aqui está a chave! DEUS NÃO É HOMEM PARA QUE SE ARREPENDA COMO UM HOMEM. Deus não tem nenhum erro do qual se arrepender. Ao lermos passagens bíblicas que nos informam que Deus Se arrependeu precisamos levar em conta que o arrependimento divino é totalmente diferente do humano. Quando a Bíblia fala do arrependimento humano usa as seguintes palavras no original: Shubh (hebraico) e metanoéo (grego). Seus significados: mudança de mente (não somente a tristeza pelo pecado), voltar atrás, retornar ao caminho correto. Quando a Bíblia fala acerca do arrependimento divino usa estas: Naham (hebraico) e Metamélomai (grego). Significados: dor, tristeza, pesar, etc. O arrependimento divino não traz mudança em Seu Ser, mas no Seu modo de tratar o homem. O arrependimento de Deus mencionado na Bíblia pode ter o sentido de mudar de idéia ou estar triste. Em diversas circunstâncias, quando o povo mudou de atitude e de procedimento abandonando seus pecados, Deus mudou de idéia, isso é, revogou a sentença outrora proferida. Veja algumas passagens bíblicas que ilustram esse ponto: "Então o Senhor se arrependeu do mal que dissera que havia de fazer ao seu povo." - Êxodo 32:14. "Ora, quando o anjo estendeu a mão sobre Jerusalém, para a destruir, o Senhor se arrependeu daquele mal; e disse ao anjo que fazia a destruição entre o povo: Basta; retira agora a tua mão. E o anjo do Senhor estava junto à eira de Araúna, o jebuseu." - 2 Samuel 24:16. "Mataram-no, porventura, Ezequias, rei de Judá, e todo o Judá? Antes não temeu este ao Senhor, e não implorou o favor do Senhor? e não se arrependeu o Senhor do mal que falara contra eles? Mas nós estamos fazendo um grande mal contra as nossas almas." - Jeremias 26:19. "Então o Senhor se arrependeu disso. Não acontecerá, disse o Senhor." Também disso se arrependeu o Senhor. Nem isso acontecerá, disse o Senhor Deus." - Amós 7:3,6. "Viu Deus o que fizeram, como se converteram do seu mau caminho, e Deus se arrependeu do mal que tinha dito lhes faria, e não o fez." - Jonas 3:10. “ E orou [Jonas] ao SENHOR e disse: Ah! SENHOR! Não foi isso o que eu disse, estando ainda na minha terra? Por isso, me adiantei, fugindo para Társis, pois sabia que és Deus clemente, e misericordioso, e tardio em irar-se, e grande em benignidade, e que te arrependes do mal.” (Jonas 4:2 RA). No caso de Nínive, Deus Se arrependeu e não os destruiu como disse que faria. Nesse caso, o arrependimento de Deus significa que Ele ficou muito contente pelo fato dos cidadãos de Nínive, ou pelo menos alguns deles, terem se convertido de seus maus caminhos e voltado para Ele! As passagens acima apresentam o arrependimento de Deus como uma mudança no modo dEle tratar com os seres humanos, fruto da mudança do homem em relação a Ele e Seus propósitos. Outros versos bíblicos falam que Deus Se arrependeu no sentido dEle ter ficado triste com o que os homens fizeram com a liberdade que lhes foi concedida. Vejamos duas dessas passagens: "Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." - Gênesis 6:5-7. "Ora, Samuel nunca mais viu a Saul até o dia da sua morte, mas Samuel teve dó de Saul. E o Senhor se arrependeu de haver posto a Saul rei sobre Israel." - 1 Samuel 15:35. Quando Gênesis 6:6 diz que Deus Se arrependeu de haver feito o homem está afirmando que o Senhor sentiu profunda dor por ter de executar juízo contra o homem. DEUS é AMOR! Ele quer que os ímpios se convertam dos seus maus caminhos e vivam eternamente com Ele (Ezequiel 18). Assim, quando Deus percebeu até que ponto a maldade humana havia crescido nos dias de Noé, ficou triste. Ele já havia tentado de tudo para chamar aquele povo ímpio de volta para os Seus caminhos. Agora, nada mais daria resultado. Não havia mais remédio. Deus viu que todos os habitantes da Terra, exceto a família de Noé, precisariam ser destruídos, condenados à morte eterna. Isso trouxe profunda tristeza a Deus. Deus se arrependeu de ter criado o homem no geral? NÃO! Deus ficou triste pelo fato daquela geração O haver rejeitado completamente a ponto de terem de ser destruídos. Deus ficou triste por ter de punir a maldade humana, que havia alcançado proporções enormes. Esse é o arrependimento de DEUS apresentado na Bíblia. Ele nunca erra, mas se alguma de Suas criaturas erra insistentemente a ponto de se perder eternamente, Deus, que não tem prazer na morte de ninguém, fica triste pelas consequências que essa criatura terá que sofrer. A esse sentimento de dor e perda a Bíblia chama de arrependimento ou pesar de Deus. EQUIPE DE CONSELHEIROS BÍBLIAONLINE

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PASTORES OU ASSASSINOS DE OVELHAS ? Postado por PASTOR LUCIANO SILVA em 4 abril 2012 às 14:56

olá sou o Pastor Luciano Silva e te pergunto em que condição ministerial voçê se encaixa? pois a vocação Pastoral é a mais bela de todas, pois se existe Pastor é porque há ovelhas para cuidar e as conduzir em segurança, no Salmo 23 vemos o Salmista Daví dizendo, a tua vara e o teu cajado me consolam,qual a razão desta consolação? é que o Pastor que Daví descreve ele está usando as ferramentas corretas para conduzir as ovelhas, pois a vara serve para expulsar os perigos e manter as ovelhas seguras, e o cajado serve para conduzir as ovelhas e no momento de cansaço as animar as levantando do chão, e o bom que se preza procura manter as suas ovelhas bem nutridas e sadias, mas por este mundo afora há pessoas com o titulo de ''PASTOR'' mas infelizmente em vez do cajado estão usando a vara para conduzir as ovelhas, e vivem a ferir e maltratar e até matar ovelhas, certa vez Jesus disse aprendei de mim que sou manso, e para ser um Pastor vocacionado tem que aprender com Jesus, porem há ''PASTORES'' que aprenderam nas esquinas ou institutos, menos com Jesus, e veja qual é a tua posição na obra de Deus, pois Deus te pedirá conta por cada ovelha que te confiou, o Pastor que se preza sai de seu gabinete e vai a casa de sua ovelha saber de seu afastamento, Pastor que se preza paga o preço de carregar a sua ovelha nos ombros e a reabilita-la novamente ao rebanho, o Pastor que se preza jamais abandona a sua ovelha a entregando ao lobo cruel que é o Diabo, o coração de Deus geme ao ver homens que se dizem ''PASTOR'' mas na realidade são assassinos de ovelhas, amados sou o Pastor Luciano Silva e não copiei esta mensagem de ninguem, está mensagem é um clamor do coração de Deus, por Homens vocacionados que se coloquem na posição e sejam realmente Pastores de ovelhas a paz do Senhor Jesus!!!! CONTATO (011) 8260-4984

terça-feira, 3 de abril de 2012

studio,convites de casamentos. eventos em geral

profissão: FOTOGRAFO setor: Prestação de Serviços empresa: lw-cinephotos página da empresa na web: http://www.lwcinephotos.org cargo: proprietario descrição do trabalho: casamento, book, aniversários, foto de
e-mail de trabalho: wander.123@hotmail.com telefone de trabalho: 43 3563-1744 interesses profissionais: informatica e fotografia Particular:92238978 contato:Roberto.

quarta-feira, 21 de março de 2012

O JEJUM DE DANIEL

O Jejum de Daniel tem 21 dias de duração. Com início no primeiro dia de janeiro de 2012, foi realizado pela primeira vez em 28 de março, trazendo grandes resultados na vida de quem se lançou de corpo, alma e espírito no propósito. Muitos que deixaram de ver tevê, acessar internet e alimentar a alma com entretenimentos receberam o selo divino e o avivamento do Espírito de Deus. Foi nessa fé que milhões de pessoas foram batizadas com o Espírito Santo, inclusive inúmeras crianças, tanto na primeira como na segunda e na terceira campanha. Esta última iniciada no dia 11 de dezembro de 2011. Agora, o 4º Jejum de Daniel exige um nível de sacrifício ainda maior por parte dos participantes, já que acontece em um período de férias e pós festividades de final de ano, como o Natal e Réveillon. No entanto, justamente por isso, o propósito promete ser também uma grande oportunidade para quem ainda não nasceu de Deus e quer ter um encontro com Ele, e para aquelas pessoas que aspiram a um crescimento espiritual ainda maior do que já possuem. Se você quer receber esta transformação de vida, participe da campanha e lute para receber o Selo de Deus.

Carta à Igreja de Esmirna

Carta à Igreja de Esmirna 114 Share 111 2 1 Orkut 0 Email "Quem tem ouvido, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte" (Apocalipse 2: 11) Bispo Edir Macedo redacao@arcauniversal.com “Ao anjo da igreja primeiro e o último, que esteve morto e tornou a viver; Conheço a tua tribulação, a tua pobreza, mas tu és rico, e a blasfêmia dos que a si mesmo se declaram judeus, e não são, sendo antes sinagoga de Satanás. Não temas as cousas que tens de sofrer. Eis que o diabo está para lançar em prisão alguns dentro vós, para serdes postos à prova, e tereis tribulação de dez dias. Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida. Quem tem ouvido, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor de nenhum modo sofrerá dano da segunda morte” (Apocalipse 2: 8-11). A igreja de Esmirna é caracterizada por tribulação, pobreza e blasfêmia por parte daqueles que se diziam judeus, mas na verdade faziam parte da sinagoga de Satanás. Se os anjos das sete igrejas eram realmente homens imbuídos de autoridade espiritual, como muitos têm acreditado ser, então o anjo da igreja de Esmirna era um bispo designado pelo apóstolo João, cujo nome era Policarpo. Ele foi preso na perseguição movida pelo imperador e levado à presença do governador. Ofereceram-lhe a liberdade, se amaldiçoasse ao Senhor Jesus. Ele, porém, respondeu: “Oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo, e Ele só me tem feito bem. Como poderia eu, agora, amaldiçoá-Lo, sendo Ele o meu Salvador?” Como resultado, foi queimado vivo. Interessante é que esta mesma história se repetiu, várias vezes, através dos séculos, não mais por parte de imperadores, mas por parte da Igreja Católica, pois todas as vezes que o cristianismo protestante avançava na Europa, surgia logo um plano diabólico dos jesuítas para tentar impedi-lo pela força, violência e crueldade. Foi assim que se deu a Inquisição na Espanha, nos séculos XVI e XVII, o massacre da noite de “São Bartolomeu”, na França, em 1572, na Boêmia, em 1600, na Áustria, na Hungria, Polônia, Inglaterra, etc. A História registra que durante todas as perseguições católicas dos dominicanos e em seguida da Inteligência jesuíta, cerca de 68 milhões de cristãos foram martirizados no fogo. Dez vezes mais do que os judeus na Segunda Guerra Mundial! Todos esses cristãos poderiam ter salvo suas peles se tão somente negassem a fé no Senhor Jesus Cristo e se submetessem à autoridade do Papa. Os sofrimentos podem mostrar o grau de espiritualidade reinante na igreja de Esmirna ou nas igrejas que, como ela, ao longo da História, vêm gemendo com implacáveis perseguições, tanto políticas quanto religiosas. Por isso, na carta a ela endereçada, o Senhor Jesus mostra conhecimento da sua tribulação. Muitas vezes também somos levados a circunstâncias tão difíceis, que chegamos a pensar que o nosso Senhor nos abandonou. Por outro lado, também sabemos que nada neste mundo passa despercebido diante dos Seus olhos. A pergunta então é: Por que Deus permite que passemos por tantas tribulações, tantas dificuldades, tantos sofrimentos? Por que Ele não passa o cálice de sofrimento e dor de cada um de nós? O próprio Espírito Santo responde através do apóstolo Paulo, dizendo: “...também nos gloriemos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (Romanos 5:3-4). É óbvio que Deus permite que todos que realmente são dEle passem por dificuldades para seu próprio benefício! Do contrário, Ele jamais o permitiria! Na mesma carta aos cristãos romanos, o apóstolo diz: “Sabemos que todas as cousas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Romanos 8:28). Em II Coríntios 4:17 “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação”.